O mesmo aconteceu àquela tarde. Como uma mulher nua dentro da piscina de um quarto de motel ia escapar do ex-namorado? Tanto mais depois que ele passou um creme sobre o meu corpo.
domingo, dezembro 11, 2022
Convite para terça-feira
O mesmo aconteceu àquela tarde. Como uma mulher nua dentro da piscina de um quarto de motel ia escapar do ex-namorado? Tanto mais depois que ele passou um creme sobre o meu corpo.
quarta-feira, abril 27, 2022
Entusiasmados
Quando eu era mais jovem, ia com o namorado à noite para a floresta. A gente, de dentro do carro, tentava descobrir se havia alguém por perto; em caso negativo, saltávamos; eu, nua; ele, também nu, namorávamos em meio às árvores e toda aquela natureza.
Certa vez percorremos uma distância enorme. Quando demos pela localização, estávamos muito longe do nosso carro. Em certo momento, paramos para descansar, deitamos sobre um gramado e fizemos amor. Depois, penamos um pouco para encontrar a trilha de volta. Cheguei a pensar que não conseguiríamos. Que susto.
Numa outra noite – eu sempre nua –, avistamos um pequeno veículo, bem para dentro, num atalho secundário. Corremos até ele e tentamos olhar se havia alguém do lado de dentro. Um casal se agarrava. Ainda bem que eles não deram por nós. Depois daquilo, senti mais tesão e trepamos também logo ali, quase ao lado do veículo alheio. Tais ações eram perigosas, mas nós nos divertíamos.
Mais tarde, já morando em M, arranjei um namorado lindo, por
quem eu me apaixonei de verdade. Passeávamos muito, tanto na orla da cidade,
como em lugarejos menores. Nas férias, viajávamos. Vivi um romance que parecia mais
um sonho. Nunca contei a ele sobre outros namorados, muito menos sobre o que
fazíamos. Certa vez, indo a um recanto na serra, lembrei do namoradinho e das
ações que nos excitavam. Quando voltávamos, pedi que
parasse na lagoa. Estava um final de tarde maravilhoso, com o sol avermelhando-se
a poente e uma brisa úmida refrescando-nos a pele.
Andamos toda a orla da lagoa, paramos em diversos pontos e
fizemos várias fotos. Quando estávamos caminhando de volta para o nosso carro,
reparei que a uns cinquenta metros havia outro veículo que não estava lá quando
chegamos. E ele estava balançando. Que estranho, um automóvel estacionado mas
se movendo. Quis saber o que estava acontecendo. Corri até o local, mas, por
precaução, fui pela traseira. Quando faltavam poucos metros, reparei que um
homem e uma mulher namoravam sobre o banco do carona. Achei tudo aquilo muito divertido.
Meu namorado, que vinha atrás, também se surpreendeu.
Quando íamos voltar, no momento de eu entrar no carro, o namorado
pediu você entra nua na lagoa? Agora?, assustei-me. Sim, agora. Mas como volto
molhada pra casa? A gente dá um jeito, ele falou. Tirei o vestido e mais o que me
restava sobre o corpo, deixei tudo sobre o banco onde eu sentara, corri a uma
das margens e entrei nas águas mornas da lagoa. Foi então que reparei. A mulher
do outro carro, vinha abraçada ao namorado, ambos caminhavam também para um
banho de final de tarde. Só que ela vinha de biquíni. Meu namorado, ao
repará-los quase próximos a mim, pensou vir ao meu socorro.
Mas ficou apenas no pensamento. O casal não me reparou. Ambos estavam muito entusiasmados
para se preocuparem com qualquer outra pessoa.
quarta-feira, abril 13, 2022
Última façanha amorosa
“Márcia, você é fogo, viu, não perde tempo, mal conheceu o
homem já foi com ele.”
“Tem que ser assim, Sônia, vamos que ele desapareça no dia
seguinte.”
“Desapareça?”
“Isso mesmo, tem tanta mulher tarada por aí.”
Sônia riu sem discrição, não fazia parte das mulheres taradas.
“Márcia, eu reparei bem, vocês estavam dentro do táxi, ele
era bem mais jovem do que você.”
“E o que há de mal nisso? Quanto mais jovem, melhor; há algo
que apenas os jovens têm”, revirei os olhos depois da última palavra. Sônia entendeu
o que eu queria dizer.
“Ele era um amigo do meu filho.”
“Por favor, mãe, não conte para ninguém, se meus amigos
souberem, passo vergonha.”
Estava preocupado, ele tem 22 anos; o amigo, 24, e a mãe, 45,
namorada do amigo.
“Por mim, tudo bem, mas fale isso também para ele”, encerrei
o assunto.
No dia seguinte, fui com o namoradinho a um passeio. Ele dirigia,
eu olhava a estrada. Subimos uma serra, a vista era bonita lá de cima. Chegamos
a um vilarejo onde a maioria das casas era de madeira. Estacionou. Fomos até
uma das casas. Um restaurante parecido a um chalé suíço.
“Que lugar lindo, não conhecia”, falei.
“Fico contente que você tenha gostado.”
“Verdade, não sabia que, há duas horas do Rio, existe um
lugar desses.”
A dona do restaurante veio falar com a gente, trouxe um
cardápio comprido. Havia comidinhas da região, peixes de rio, arroz com
açafrão. Não faltou a caipirinha.
Em um determinado momento, saí para fumar. Ele permaneceu à
mesa. A dona voltou e comentou com ele algo que não consegui ouvir. Fiquei
fumando e olhando a pequena praça que distava uns duzentos metros de onde eu
estava. Passou, vagarosa, uma perua, que estacionou um pouquinho antes da
praça, trazia uma canoa na capota. Uma moça saltou do carro pela porta do
motorista. Vestia uma camiseta super curta e estava de biquíni. Achei estranho uma
mulher quase nua num local de montanha, mas depois me lembrei da canoa, logo, o
rio, daí o minúsculo traje. Ela veio até onde eu estava.
“Você tem um cigarro para me emprestar?”, pediu.
Ofereci. Acendeu no meu isqueiro, agradeceu dizendo que se
eu quisesse ela tinha canabis, e o fumo do lugar era ótimo. A moça morava logo
na segunda casa a seguir. Agradeci, disse que iria pensar no caso.
“Não pense, não, pegue logo comigo, depois você pode não me
encontrar.”
Aceitei. Ela foi até a casa e voltou com um longo cigarro de
maconha.
“Não se preocupe, disse, aqui todos fumam, faz bem para a
saúde e para a economia local.”
Sorriu depois da frase, como uma expert em economia.
Voltei para o restaurante, não falei nada ao namorado. Comemos
e bebemos durante uma hora e meia. Tomei duas caipirinhas e comi alguns
camarões.
“Engraçado ter camarões aqui”, afirmei.
“Tem tudo que a gente quiser.”
“Será?”, fiz uma cara de deboche, tentando deixar no rapaz
uma ponta de desconfiança sobre o que eu desejava.
Andamos um pouco, saímos do vilarejo e chegamos a um platô,
uma altitude acima do conjunto de casas.
Tirei o baseado da bolsa e acendi. O namorado nada falou.
Depois de alguns tragos, passei a ele, que fumou com prazer.
“Vi quando a moça te chamou e foi pegar pra você”, disse e
apontou o cigarro.
“Não sabia que as coisas aqui são tão fáceis, ela nada me
cobrou.”
“Os moradores são afáveis, e vivem de um modo diferente da
gente lá de baixo.”
Descemos por uma trilha, chegamos a uma das margens do rio. O
baseado não demorou a acabar. Eu me sentia plena de amor para dar. O namoradinho
notou.
Tirei toda a roupa e a coloquei no sopé de uma árvore. Entrei
no rio. A água fria me provocou arrepios e um pouco mais de tesão. O namorado veio
atrás, mas não teve coragem de ficar nu. Abracei-o de frente. A corrente d’água me impregnava de frisson, uma ou outra ave passava e emitia o seu som, o
farfalhar do vento sobre as copas, um ou outro barulho no meio do mato, tudo me
provocava. Eram coisas maravilhosas para uma mulher da cidade grande, que não
sabe o prazer que há em lugares assim.
Não sei quanto tempo permaneci agarrada a ele. Também não
sei descrever a intensidade do prazer que eu sentia. Me lembro que pensei: que
bom meu namoradinho de 20 anos. Caso eu arranjasse um de 40, tenho certeza, não
estaria nua dentro de um rio, banhada por aquelas águas que vinham ainda
selvagens de uma cachoeira que não estava muito longe de nós.
Dormimos numa pousada que ficava sobre o mesmo restaurante
onde almoçáramos. Ao acordar, na manhã seguinte, encontrei um bilhete do namorado,
que eu o encontrasse no rio, no mesmo lugar da véspera. Não perdi tempo,
vesti-me sumariamente e corri até o local. Estavam dentro d’água, ele e a dona
do restaurante. Acenaram para que eu mergulhasse e me juntasse a eles. Antes,
porém, ele apontou a árvore onde ambos haviam deixado suas roupas.
Não contei a Sônia sobre o passeio nem sobre aquela relação a três, de amor ou de amizade, como ele definiu. Foi tão bom que podia dar azar. Nunca é bom falar demais. Acho também que ela não entenderia. Suas histórias de amor são um tanto atrapalhadas. Ela também gosta de andar nua, contou que certa vez foi como viera ao mundo no banco do carona, no carro do namorado. Quando a encontrei, ela quis que eu contasse tudo, mas eu apenas disse adivinhe!, e sorri, um sorriso dissimulado. Ela, para romper o silêncio, contou a sua última façanha amorosa.
quarta-feira, fevereiro 23, 2022
Não há dúvida
Eu tinha me separado e me mudado para a serra. É assim que a gente fala aqui na região. Há uma diferença entre morar na cidade, que é a sede do município, e a serra, na verdade um distrito, lugar rústico, de clima ameno, cortado por um rio de águas cristalinas permeado por várias quedas d’águas.
Logo nos primeiros meses, fiz amizades, em geral com pessoas
bem mais jovens do que eu. Contaram-me sobre as possibilidades de passeios,
como caminhadas e escaladas, recantos de onde se pode apreciar uma paisagem
muito bonita. O mais interessante, porém, é o período de verão. Muita gente vem
tomar banho na cachoeira ou no rio. Há jovens que preferem o banho à noite,
quando, da mesma forma que acontece durante o dia, desejam aliviar o calor
trazido pelas correntes de ar quentes que envolvem a região.
Com o passar do tempo, no entanto, não custei a descobrir que
a frequência ao banho noturno não é desejada apenas para aliviar o calor, mas
porque os rapazes aproveitam para tirar a roupa das moças, que mergulham como
Evas e nadam nas águas frescas locais. Formam-se casais sem se fazer alarde, o prazer então é maior.
Como sou dez ou quinze anos mais velha do que a maior parte
dos jovens, a princípio fiquei com um pé atrás, mas em poucos dias me apareceu
um admirador que foi comigo para o tal banho. Arranjamos um local à margem,
arborizado, onde eu pudesse me despir à vontade. Depois entramos n’água e
aproveitamos. Caso encontrássemos outro casal, tudo permaneceria na maior
discrição, como se fôssemos os únicos no local. Meu namoradinho, que é só para
essas coisas (nada de ficar no meu pé, já avisei de antemão), no escuro da
noite, entre carícias da água morna e de suas mãos, me contou casos muito
engraçados da região, dentre eles o de uma frequentadora gostosona que tem um
marido muito ciumento.
Ela, durante o dia, estende uma toalha sobre a pedra, abre
uma revista e fica tomando sol vestindo o menor biquíni da região. À noite,
quando o marido está de plantão, ela reaparece, e não é apenas para o banho. Há
quem diga que ela tem cinco amantes. Como o lugar é pequeno, poucas coisas para
fazer, é preciso dar um desconto. Ela deve namorar no escurinho da noite com
apenas dois, ou mesmo um. Foi o que pude constatar numa das vezes em que me
misturava às sombras das árvores, à cata de minhas roupas. Ela sorriu para mim,
um sorrisinho cúmplice e levou um dos rapazes pelo braço. Não notou que eu
tinha um acompanhante, fez um sinal que eu esperasse, queria me mostrar algo.
Fiquei pensando o que uma mulher poderia mostrar a outra num lugar escuro,
depois das dez da noite. O que fiz foi namorar, o máximo que pude. Depois disse
ao namoradinho vamos lá pra casa, podemos aproveitar. Após ele ter ido embora, fiquei a refletir o que aquela mulher desejava
conversar comigo.
No dia seguinte, descobri. Ela foi bater à minha porta para
pedir um favor: aqui todos são discretos, conto com você, viu; se meu marido
souber, acho que me mata, não fale nada pra ninguém. Contou em seguida sobre as
alegrias que vivia na região. No final, ainda confessou: aqui é como o paraíso,
namoramos todos, e eles namoram todas, nunca houve um lugar tão feliz: às vezes
a bagunça é tão grande, continuou ela, bagunça no bom sentido, você entende,
que volta e meia uma de nós volta nua pra casa, só no dia seguinte é que
consegue encontrar as peças de roupa, é o maior arrepio!
Não consigo sentir arrepio em ter de voltar pelada pra casa,
mas que os garotos são gostosos, não há dúvida.
segunda-feira, novembro 01, 2021
Aqui já é outra a história
quinta-feira, maio 06, 2021
Cuidado com as abelhas
Fico quietinha no meu canto . Ele me telefona, ou me envia uma mensagem e diz que me deu um presente. Olho o saldo da minha conta bancária, lá está o depósito que ele fez. O segredo é o silêncio, não posso falar pra ninguém. Nesta cidade, há muita gente invejosa. Caso alguém saiba da história, vai colocar areia. Lembro a Salete, era doidinha, vivia pra lá e pra cá atrás de namorado. Quando arranjou um, ele pagava tudo, lhe comprava roupas e presentes dos mais caros. Mas bastou aparecer à noite na orla com uma roupa nova, que ficou todo mundo de olho. Sabe como é, Gil, você me conhece, é minha amiga, eu não devia ter aparecido vestida com aquelas roupas de marca, melhor ter deixado pra quando eu viajasse, assim ninguém ia ficar colocando olho grande, ele me contou. Não demorou, deram tanto em cima do namorado dela, que o homem passou a ter duas ou três namorados, depois se mudou, dizem que foi transferido. Gil, não conta pra ninguém, mas ele continua me dando uns presentinhos, nada é pra sempre, eu sei, mas aproveito. Acho que era uma desculpa inventada por ela para disfarçar que fora traída. Nada de dar com a língua nos dentes, como dizia minha avó, com silêncio você vai longe. O que meu namorado quer em troca? Ah, assim já é querer saber demais. Posso dizer, acho que não tem problema, como escrevo, a possibilidade de fofoca é menor. E uma história sempre pode ser considerada ficção. Ele pede que eu o namore, que eu seja sempre criativa. Daí, preciso pensar o que vou dizer, como vou tocá-lo. Fico mesmo imaginando um modo de prendê-lo, diferente de todas as outras mulheres. Assunto sério, quando converso com alguma amiga sobre namoro, é sempre a mesma coisa, quase um feijão com arroz. Então eu penso que as coisas funcionam como numa receita de comida. Caso a gente consiga descobrir uma maneira de acrescentar algo que combine, que ressalte o sabor, que dê certa beleza ao prato, ele vai se apaixonar cada vez mais. Vera, outra amiga, acha que o homem precisa se preocupar com a mulher, é ele a peça chave na conquista, segundo suas palavras. Por causa de concepções assim, muitas de nós não temos namorados, maridos, nem mesmo amigos. É preciso que se pense como se tornar surpreendente. É como na literatura. Quando lemos algum romance que aborda um assunto sobre o qual jamais pensamos, dizemos é isso, que legal.
Não são todos os homens que gostam de mulheres nuas ao seu lado. Por aqui, há muitas que gostam de sair peladas quando arranjam namorado. Muitas vezes, é um erro. Muitos gostam de mulheres bem vestidas. E, quando as têm como namoradas, compram roupas e mais roupas para elas. Uma maluquete daqui da cidade, ao ouvir de uma conhecida que caso quisesse ficar nua poderia subir a serra e tomar banho na cachoeira, porque lá é tranquilo, não aparece ninguém, rebateu: gosto de ficar nua para que os homens me vejam, não vou tirar a roupa onde não aparece ninguém! Sobre relacionamentos amorosos, é frequente acontecer o contrário do que a gente pensa. Se você vai nua, alguém te quer vestida; caso vá vestida, o homem te quer nua. Acredita que já houve um que me quis num vestido de mel? Sério. Existe mesmo uma história sobre isso. Ele trouxe uma garrafa cheia, pediu que eu tirasse a roupa e me lambuzou toda; depois colou umas tiras de papel laminado. Ainda gritei cuidado com as abelhas! Mas o bom mesmo é o meu atual. Ele me enche de dinheiro, diz que prefere assim, ninguém melhor do que eu para escolher os presente que desejo. Vou continuar quietinha.
segunda-feira, julho 01, 2019
Sem precisar me tocar!
Carregava-me no colo numa madrugada, num acampamento. Todos dormiam, mais de três da madrugada, só nós dois dividindo aventuras. O campo era próximo a uma lagoa e eu cismara tomar banho na lagoa, nua. Aceitou a proposta. Também tinha de ir nu. Riu muito. Caminhamos de mãos dadas, em determinado momento escondemo-nos entre as árvores. Foi engraçado, o homem alto nu, com o peru dependurado, imaginei o susto caso alguém nos surpreendesse. Chegamos às águas plácidas. Entre devagar, não vamos fazer barulho, pediu. Eu, doidinha, minha fantasia, tomar banho nua num lago. Será que você quer apenas tomar banho?, olhou e sorriu. Não vou contar como tudo terminou, imaginem o melhor possível, a história era dele, lembrem-se disso. Mas acho que olhos estrangeiros nos admiraram de longe, quem sabe de outro casal que escondia a nudez. Na volta, enquanto nos esgueirávamos entre as primeiras barracas, esbarrei com um bustiê dependurado numa haste. Tive vontade de tomá-lo para mim, mas fiquei só na vontade. Outra coisa, depois que gozo, se estou ao ar livre, morro de vergonha dos meus seios nus.
Tal história, ao mesmo tempo que me acalmou, despertou meu desejo. Já não receei o um metro e noventa e oito de homem..
A sensação foi crescendo, crescendo, vinha lá de dentro. Eu deitada no canapé, as lembranças me ascendendo, tocando fogo entre minhas pernas. Passaram-se alguns segundos, fiquei então molhadinha, plena de gozo, nuuma enorme euforia. Peguei meu telefone e fiz três fotos. A primeira, das pernas para cima aparecendo minha boceta banhada pela umidade de todo aquele prazer; a segunda só a boceta no enquadramento; a terceira pegou meu corpo quase inteiro, deixando de fora apenas parte do rosto, em destaque meus seios. Como estava ainda envolvida pelo gozo, enviei as três fotografias a um ex-namorado, nenhum dos três citados acima. Sei que ainda gosta de mim. “Guarda só pra você, eu gozando sozinha”, escrevi. Lógico que não contei como cheguei a todo aquele gozo. Dias depois ele me telefonou, disse que adorou o presente. Perguntou se eu me masturbei.
"Pois é."
sexta-feira, março 22, 2019
Salve o vestidinho!
segunda-feira, fevereiro 26, 2018
Banho de piscina
Um carro nos ultrapassou, o motorista olhou, talvez cobiçando nossas pernas. Leila usava short e uma blusa curta; eu, um vestido florido curtinho.
quarta-feira, janeiro 31, 2018
São tantos os namorados
segunda-feira, dezembro 04, 2017
Acreditou que era ele!
Esperou minha reação. Contar histórias de sacanagem, daquelas que me arrepiaram intensamente...
quarta-feira, julho 05, 2017
Ninguém no meu pé
quarta-feira, março 15, 2017
Louco pela rádio
Nos dias que se seguiram, o homem que me deixou nua voltou a me procurar. Saí com ele. Não havia problema algum, nem fiquei aborrecida por causa daquele gesto impensado da parte dele. Jurou que não o repetiria. Mas mantive segredo, não disse a ele como voltei para casa nem o que aconteceu. Você é fogo, viu, falei sorrindo. E o abracei. Mas me senti tentada a pedir que ele me abandonasse nua de novo, no mesmo lugar.
