terça-feira, junho 04, 2019
Você é muito gostosa, Lucinda
terça-feira, maio 21, 2019
História de cabides
terça-feira, maio 07, 2019
Ele fez o leme
segunda-feira, abril 22, 2019
A garota da farmácia
Até que surgiu um homem. Acho que teria sido melhor se eu contasse por que comprava lubrificante à funcionária da farmácia. Quem sabe ela viria encontrar comigo e com Isabela, assim, seríamos felizes.
domingo, abril 14, 2019
Fogo
É quase um consenso a afirmação de que os homens têm mais desejo sexual do que as mulheres. Uma amiga dá a justificativa: isso acontece porque o sexo dos homens é para fora e o das mulheres para dentro. Não entro na polêmica, no entanto, caso as mulheres queiram desejar mais, ou melhor, ampliar o ardor sexual, tenho uma solução simples e fácil. O fogo. Isso mesmo, a chama de um isqueiro ou de um palito de fósforo. Aquela que quiser praticar, basta tirar a roupa, abrir um pouco as pernas, acender e aproximar a chama. Chama no sentido lato, denotativo, nada de metáforas nessa hora. Mas é preciso ter cuidado, não vá se queimar, não é preciso aproximá-la demais. O fogo aquece e não demora a despertar o fogo interior. Pronto, você parte para o sexo, a mil por hora, esquecida da tal tese de que o sexo feminino é para dentro. Você vai gozar mais e mais. Tente uma vez, duas, três, logo sentirá a diferença. Achegue-se ao namorado e deixe o resto com ele.
domingo, abril 07, 2019
Não sabia que era tão bom
Voltando à praia, o fio dental bem lá dentro, todos esses homens a me olhar. Estou latejando. Onde? Adivinhem! Não sabia que era tão bom.
sexta-feira, março 22, 2019
Salve o vestidinho!
segunda-feira, março 11, 2019
Numa praia em Portugal
domingo, fevereiro 24, 2019
A fila precisa andar
Dentro do carro ele olhava minhas pernas. Eu sorria, cruzara os braços, queria saber como acabaria aquela história. Custa cento e cinquenta, disse a ele. O quê? O vestidinho, completei solícita, comprei no shopping. Ele assentiu com a cabeça. Você terá uma surpresa, falou. Dirigiu ainda durante uns vinte minutos. Na Riviera subiu um ladeira, dobrou a direita e parou em frente a uma casa de dois andares. Pode saltar, apontou o portão, toque lá, alguém virá atender, não tenha medo, tudo será excitante. Desci, sem demonstrar a mínima vergonha. Caminhei ao portão e toquei a campainha. Enquanto isso, ele deu a partida e desapareceu após alguns segundos. Eu conhecia de vista o homem que veio abrir a porta. Olhou-me com alegria, beijou-me e pediu que entrasse. Não se mostrou surpreso por causa da minha nudez. Agi como estivesse vestida por inteiro. Entramos numa sala grande, com móveis, sofás e uma poltrona ao fundo. Ele apontou que eu sentasse. Desapareceu durante alguns instantes e voltou trazendo um envelope. Entregou-mo. Olhei o conteúdo e reparei várias notas de cinquenta. Coloquei-o ao lado e sorri para o homem. Ele aproximou-se e segurou um dos meus braços. Começamos então novo exercício sexual, cada vez mais intenso e envolvente. Tudo que fizera, na cama, com o primeiro namorado, repetiu-se sobre aqueles sofás e poltronas. Nunca gemi tanto, pelo menos é o que acho agora, no momento em que escrevo. No final, deixou-me sozinha e desapareceu dentro de um corredor que levava a outros cômodos. Como demorasse, sentei-me na poltrona principal, cruzei as pernas e tomei nas mãos um livro que repousava sobre a mesinha lateral. Era um romance. Li os primeiros parágrafos. Tratava-se de uma mulher nua, como eu, sentada numa grande sala. Interessei-me pelo começo da história. A mulher viu uma camisa masculina de magas compridas, tipo um agasalho, que estava sobre uma das cadeiras, caminhou até o local e vestiu-a. Depois disso dirigiu-se à porta, abriu-a e escapou. Olhei toda a sala e encontrei, assim como a personagem do romance, o mesmo agasalho. Fui a ele, vesti-o, também corri à porta de saída e logo andava a passos largos sobre a calçada. Não esqueci meu envelope, ia seguro pela minha mão direita.
Desci a Riviera, atravessei a via principal e logo cheguei à orla. A blusa não dava na pinta, parecia mesmo um vestidinho curto, de mangas compridas. Somente observado bem próximo é que se descobriria a verdade sobre a roupa que me cobria o corpo. Após caminhar dez minutos (o jeito seria ir a pé), um automóvel passou a acompanhar meus passos. Reparei um senhor, deveria ter em torno de sessenta anos, usava óculos. Você não aceita uma carona?, chegou a propor. De início, achei que já estava bom por aquele dia, o final de tarde apressava-se. Mas, como ele insistia, achei que poderia beneficiar-me da situação, não precisaria andar tanto. Parou o automóvel, abriu a porta para eu entrar. Agradeci ao sentar-me no banco do carona. Durante o percurso, foi econômico nas palavras, achei ótimo, mas reparei que apreciava minhas pernas, a blusa subira quando eu sentara e não adiantava ficar esticando a parte inferior. Ao parar diante da minha casa, olhou-me e percebi em seus olhos uma ponta de desejo. O que eu diria a ele, apenas obrigada? Corri e fui a abrir a porta. Permaneceu olhando-me, esperando que eu entrasse. Abri e dei mais um adeusinho. Acenou e pediu que eu aguardasse. Fique com meu número, esticou-me o braço pela janela do carro. Voltei até ele e peguei seu cartão. Também vou deixar o meu, disse a ele. Depois que se foi, tranquei a porta, tirei a blusa e a larguei sobre o canapé, sentei-me na poltrona e fechei os olhos. A lembrança do envelope com as notas de cinquenta trouxe-me de novo à realidade. Após contar e guardar o dinheiro dentro do armário, voltei à sala e, ainda nua, deitei-me no pequeno sofá. Peguei, então, o agasalho e o joguei sobre meu corpo. Que gozo, pensei, ainda há o do automóvel! Será o próximo. Afinal, a fila precisa andar.
domingo, fevereiro 17, 2019
Vamos beber mais champanhe
domingo, fevereiro 10, 2019
Duas noites e um dia
Ana havia sofrido um trauma há exatamente dois anos, por isso tinha desde então um pé atrás em relação aos relacionamentos com desconhecidos. A história foi a seguinte. Conhecera um homem também de outra cidade, chamado Luquesi. Após alguma conversa, decidiu encontrá-lo, mas ao chegar à casa do admirador deparou-se com alguém a princípio muito delicado, mas muito violento na hora de fazer amor. Ele tomava pílulas que deixavam seu peru duro durante toda a noite. A mulher carinhosa desejava o pênis do homem, porém em condições normais. O homem não gozava de jeito algum. Ela não conseguia fazer que ele parasse. Em determinado momento, passou um creme na vagina de Ana, dizendo que o produto lhe daria mais tesão e suavizaria a fricção. Ela acreditou. Mas o que aconteceu foi que o tal tornou-se mais afoito. Como toda mulher, ela tinha umidade própria, era comum ficar molhadinha quando trepava, mas ele insistia nas pomadas. Ao mesmo tempo, queria penetrar todas as entranhas da recente namorada. O resultado daquilo tudo foi que Ana além de não conseguir chegar ao orgasmo, voltou para casa ardida e decepcionada. Será que o novo admirador agiria da mesma forma? Para transar com ela era necessário, principalmente, muito amor, muitas carícias.
Depois de longos bate-papos com Joaquim, a coisa foi se tornando mais séria, os dois começaram a conversar sobre suas vidas íntimas. Ela dizia como gostaria de ser tocada por um homem, "amo que meu parceiro beije e acaricie meus seios, beije e passe a língua no meu grelo, assim como também irei chupar o seu pau". Joaquim concluiu que poderia fazê-la muito feliz sexualmente, falava o que ia praticar na cama, deixando a mulher excitadíssima. Os dois se olhavam através de câmeras. Tudo caminhava como queriam. Como estavam longe um do outro, tiveram vontade de se encontrar. Joaquim fazia de tudo numa casa quando se tratava de reformas. Um conhecido rico propôs a ele que reformasse uma de suas mansões, no bairro Santa Rosa, em Niterói. Joaquim tinha um casebre em São Pedro da Aldeia, mas estava em Santa Rosa a trabalho. E continuava todas as manhãs e noites teclando com Ana, trocando amores e seduções. Numa quarta-feira, chegou ao topo final da vontade de tocá-la e ser tocado por ela. Convidou-a a visitá-lo na quarta mesmo. Ela, entretanto, não poderia ir, tinha consulta marcada para quinta pela manhã. Prometeu que iria depois de ser consultada.
Na hora marcada, reuniu seus pertences numa pequena bolsa, inclusive peças íntimas de renda vermelha. Tomou a condução, no caminho conversaram através de áudios.
Quando chegou à rodoviária, ele enviou uma mensagem dizendo que estava tomando café no barzinho do lado direito. Os dois haviam trocado fotos de como estavam vestidos e isso facilitaria o encontro. Porém ao saltar do ônibus e dirigir-se ao barzinho combinado, quem Ana avista a cinquenta metros do local? Luquesi. Era ele, sim, não tinha dúvidas. Será que ele tramara todo aquele enredo?, talvez não houvesse nenhum novo admirador, ela caíra na armadilha. Ana correu na outra direção. Foi então que sentiu alguém tocar-lhe o braço. Voltou-se, assustada, pensando no pior. Mas o homem que estava às suas costas era Joaquim. Que alívio.
“Vamos sair daqui o mais rápido possível”. Ana tomou-o pelo braço e correram dali.
“Nada disso”, Ana sorriu, pois já não tinha marido havia anos, “depois te conto.”
Atravessaram a rua em direção a um ponto de ônibus, a condução que os levariam até a mansão.
Joaquim, todo garboso, fez um jantar para Ana. Conversaram bastante, e os dois começaram a namorar. Primeiro na cozinha; depois, no banheiro, aonde foram tomar banho juntos. A mulher estava muito feliz, porque aquela noite estava prometendo. Os dois ocuparam a cama de casal do quarto principal da mansão. Foi tudo como tinha de ser. Ana e Joaquim arrasaram. A transa durou duas horas, com todo o carinho que ela desejava. Enfim, dormiram satisfeitos um com o outro. Duas noites e um dia Ana passou, naquele maravilhoso lugar, com Joaquim. Ainda bem que ele esqueceu de perguntar por que ela, ao chegar à rodoviária, correra tanto.
segunda-feira, fevereiro 04, 2019
Várias maneiras
Volto ao meu homem, continua a latejar dentro de mim. Será que consigo dar umas beliscadelas com o anus? Claro, todos ficam apaixonados ao sentir meu músculo. Acabo tirando-o do controle. Os homens experientes, neste momento, tentam pensar nos mais diversos temas, bem longe dali, um modo de manter o domínio sobre si. Mas minhas beliscadelas são intensas. O namorado perde as rédeas. Sou égua desgarrada a saltar e lançar as patas traseiras com toda a violência. Ele goza, esporra-me toda!
segunda-feira, dezembro 17, 2018
Toda manhã
segunda-feira, dezembro 03, 2018
Boas histórias ou duas maçãs bem vermelhas
segunda-feira, novembro 19, 2018
Tudo muito engraçado
segunda-feira, novembro 05, 2018
Saia justa
segunda-feira, outubro 22, 2018
Em dobro
Fui a uma festa onde conheci várias pessoas, dentre elas uma mulher linda. Dançamos juntas, eu, ela e mais quatro ou cinco mulheres. Como a música era de ritmo rápido, convidava-nos ao meio da pista. Havia poucos homens, sempre mais preocupados em beber do que dançar. A mulher linda ficou junto a mim, depois veio conversar, já um pouquinho distante da música alta.
segunda-feira, outubro 08, 2018
Leu num livro
segunda-feira, setembro 24, 2018
Lâmina de porra
Este agora, dois dedos e meu grelo pra fora, durinho. Sou mulher, cheguei a dizer, o que você procura aí? Te dar prazer, ele operava. Que lambança, assoviei, vou gozar, vou gozar. Não aguentei. Mas não perdi a pose. Gozo muitas vezes.
